sábado, 2 de abril de 2011

La Piel que Habito

Foi divulgada a primeira imagem oficial do novo longa de Pedro Almodóvar, La Piel que Habito. As filmagens terminaram em janeiro e o lançamento oficial será dia 9 de setembro. Antes disso, o filme será exibido no Festival de Cannes.




O longa é baseado na obra de Thierry Jonquet, 'Tarántula', e conta a história de um cirurgião plástico (Antonio Bandeiras) que após a morte de sua mulher em um acidente de carro se interessa pela produção de uma pela que poderia tê-la salvado. Na verdade o enredo ainda não está muito claro, mas Almodóvar adianta que "Será um filme terror, mas sem sustos e gritarias. Não vou respeitar nenhuma regra do gênero. É o filme mais chocante que já escrevi e o personagem de Bandeiras é brutal!", segundo sua entrevista para o jornal El País.





Agora é esperar, ansiosamente, para ouvir e ver: La Piel que Habito, 
la nueva película de Pedro Almodóvar.

sábado, 12 de março de 2011

NYC III

Os ventos estão melhores por aqui, junto com o tempo mais quente vem uma maior adaptação. Já dizia o ditado popular: quem procura acha, e parece que eu achei. 
Final de semana fui ao Brooklyn para ver umas feiras públicas que rolam por lá. Ir para o Brooklyn é estar em menos de meia-hora em outro lugar totalmente diferente. Ruas, propagandas, pessoas, clima tudo muda. Você consegue andar e ver o céu, tem prédios mais é bem menos, o bairro é bastante residencial. 
A maioria dos moradores são negros, mas também há pessoas de diversos lugares, porém o estereotipo de americano loiro do olho azul você acha em Manhattan. 

O curioso é como as mulheres negras gostam de uma peruca AHAHA é verdade!! De cinco que você vê, três estão de peruca, e não é porque não tem cabelo, é porque gosta de usar peruca mesmo!! auhauhauh Depois que eu comecei a sacar isso, vi como a Rihanna é o 'wanna be' das negras, ela representa exatamente o que é ser uma negra bonita aqui. Para os negros Rihanna é modelo, e para as brancas de Manhanttan é Carrie Bradshaw do filme Sex in the City. Para mim, nenhuma das duas, beijos.

Cara, a parte mais engraçada foi andar e ver uma loja de perucas!!! Muito engraçado as perucas com nome próprio: Joyce, Brand, Sara.. ehehe Imagina entrar na loja: Oi, eu quero o cabelo da Joyce hiuhaiuhah ...
Aqui, as negonas investem muito no cabelo e nas unhas, quer dizer,  nas garras! Enoormes, quanto maior a unha mais aprumada você é.






Nosso destino lá era uma feirinha chamada Skylight One Hanson, ver peças antigas de brechó, bem vintage. O lugar é irado, tem um teto muito bacana, a feira em si é pequena, mas vale a pena porque é dentro de um lugar que parece uma ex-igreja e dá para encontrar acessório vintages por um preço maneiro!! Na verdade tem mais feiras que dá pra conferir no site oficial da Brooklyn Flea: http://www.brooklynflea.com/ ;)

Depois parti para o Prospect Park. É um parque público bem grande, o pessoal vai para relaxar no final de semana, jogar, ler, andar com os cachorros, é maneiro!! Gostei da estátua de Netuno bem na entrada, se liga na cara dele, cheidivinho na mente euheuhe



Depois parti para uma outra feira, mas essa em NYC mesmo, bem no centro, se chama Hells Kitchen Market http://www.hellskitchenfleamarket.com/home/ . É bem maior e ao céu aberto, não vi nada de espetacular, além de produtos que caracterizam esse tipo de feira, porém a diversadidade é grande e a feira tem um clima mais íntimo. Me amarro é em ver fotos antigas , os vinis e os penduricalhos vintage, mas tem roupa, coisa para decoração, etc..




Essa vitrola funciona sem energia elétrica, só na manivela, estava tocando na hora, irada!!

NYC não é uma cidade fácil. Ela é grande, com muita gente, com uma pressão pulsante, com muito desperdício, propagandas enormes e estímulo para consumir muito, mas olhando de fora você entende o porque do seu glamuor. O fato de ser uma ilha ajuda muito na estética e na idéia da cidade, uma ilha é sempre cheia de fantasia, mesmo que seja uma concrete jungle. Quando você pensa na Times Square, na praticidade das máquinas, na qualidade dos produtos e lembra de toda cor, todas as luzes e todos os contraste produzido pela diversidade de cultura, é exatamente o que Frank Sinatra canta em New York, New York: "If I can make it there, I'll make it anywhere, It's up to you"(se eu conseguir fazer lá, consigo em qualquer lugar, só depende de você). Você sente isso aqui porque além de muita coisa acontecer por aqui, a cidade não é fácil de vencer, ela é muito maior que você, e assim conseguir aqui é conseguir em qualquer lugar, porque ÓH não é fácil, mas é um gostoso desafio.




sábado, 5 de março de 2011

NYC II

Adaptar
a.dap.tar
(lat adaptare) vtd  - 1 Pôr em harmonia 2 Fazer acomodar a visão 3 Tornar apto 4 Combinar, encaixar, justapor: 5 Ajustar (uma coisa a outra) 6 Aclimar-se: Adaptar-se ao meio.

Quanto tempo leva para se pôr em harmonia numa mudança total de ambiente?
Só explorando, e se explorando, para saber.




O American Museum of Natural History não merece a fama só pelos enormes dinossauros, apesar de ser um museu científico, ele também vale pela arte. As reproduções perfeitas de animais extintos, cenas da evolução humana, costumes e culturas são perfeitos. É um museu não só para admirar, é para entender, entender mais sobre o início de tudo, de que matérias o mundo é feito e o ser vivo é formado, os porquês de várias ações da natureza e como cada lugar do mundo lidou com esse meio ambiente. Além do mais, é um lugar ótimo para acabar com sua última estúpida pergunta sobre Adão e Eva. Um dia é o bastante para ver isso tudo, já dá pra sair um Einstein de lá. brinks. 








Uma das coisas que divertiu foi ver os pais com crianças e a carinha delas vendo os animais pelo vidro e ficando malucas com aquilo, quando chega na parte dos dinossauros então, ficam doidas! Foi muito fofo ver a reação delas diante de bichos tão grandes para seus pequenos olhinhos!! 
Desde que cheguei, percebo como os pais participam da vida dos filho aqui em NY, sempre vejo pai, mãe e filho em alguma atividade juntos, principalmente no final de semana, envolvendo arte ou esporte. Parece que o nova-iorquino tira o sábado e domingo para ficar realmente com a família e isso é visível tanto no frio- que frio!! =X -quanto nos dias de sol, e é algo sempre com as duas partes juntas, o pai muito presente também. Criar um filho aqui, olhando por essa ótica da cultura e lazer, é maravilhoso, afinal, você pode dar uma noção de cultura geral enorme pro guri, uma oportunidade única devido a quantidade de centros culturais, museus e diferentes ambientes na cidade. Com certeza isso faz toda diferença quando ele se torna um adulto e ajuda a entender a história do lugar.






Quando digo que dá para entender é porque praticamente todos esses centros culturais foram criados por inicitiavas privadas, ou seja, famílias que gostavam de colecionar objetos de arte ou apoiar o desenvolvimento da ciência. Fui ao The Morgan Library Museum que é mais um lugar  fruto desse olhar á frente. Na verdade o espaço era a casa de um bancário famoso de NY, J. P. Morgan, colecionador de livros e peças raras que criou um acervo genial das mais diferentes obras de arte. O lugar é lindo, quemederabrasil ter uma biblioteca igual a dele na minha casa, iria hibernar para sempre dentro de livros cheios de pó. Atchim, acorda mariacreuza!! Mas enfim, desvaneios á parte, o filho dele, um sorturdofdp herdou tudo e resolveu tornar o ambiente público em 1924. Não pode tirar fotos lá dentro, mas sempre rola um google para não deixar na vontade.






Além de quadros, esculturas e muuito livro, o Morgan tem a primeira bíblia de Gutemberg, partituras originais de vários famosos clássicos como Mozart, Chopin, Beethoven, umas paradas interessantes da China e a parte sensacional só com diários de pessoas que fizeram história. Essa sessão foi muito massa de ver porque você conhece um pouco mais sobre pessoas que admira pela obra  pública, mas nunca teve acesso a sua obra particular. Entre eles está os diários de John Newton, Schopenhauer, Einstein, Rousseau e um em especial: os do Henry David Thoreau, gosto muito dos livros dele e ver os diários foi meio que emocionante. Sei lá, quem tem diário sabe a necessidade que tem dentro de si. Li uma frase do Rosseau que dizia: "Além do que eu tenha feito, do que eu pensei, do que eu disse, eu falei sobre o bem e sobre o mal com franqueza igual".

Henry D. Thoreau journal

domingo, 20 de fevereiro de 2011

New York, Nova Iorque, NYC, Big Apple...

So, here I am. 


NYC é grande, em todos os aspectos.
As avenidas, os prédios, os outdoors, as cores e até a comida. Eu não sei qual o passado gastronômico desse lugar, mas deve ter sido povoado por pessoas que tinham uma fome infinita! Todas as refeições são enormes e em consequência o desperdício também, quem não aguenta comer não leva para casa, afinal pedir quenteenha em NY seria Uó, né baby?! Um verdadeiro Shame on You fazer a boia-fria no centro do mundo. Ou não.
O fato, querido leitor, é que talvez eu não seja a pessoa mais apropriada para falar daqui, por mais que eu me esforce sei que vou parecer rabujenta em várias partes do texto, mas não é bem assim, é só uma diferença entre o meu gosto e o gosto da cidade.  
Não posso negar, de forma alguma, que NY é fantástica! A cidade oferece muita, muita coisa bacana, como cultura, compras, lifestyle, moda, sensação de estar no meio do mundo, praticidade, etc. Só que ai que está, para mim, de todas essas coisas que falei, só me salva a cultura. Aqui é um lugar maravilhoso para se fazer compras, de verdade, mas e se você não é ligado nisso? Aqui a tendência anda na rua antes das pessoas, mas e se você não é ligado nisso? Então se você é ligado nisso nem termine de ler, não vou dar dicas outlets e muito menos do que está em alta na Times Square, nos despedimos aqui, Beijos.

Se optou a continuar a ler, então vamos lá. ;)

NY me lembra muito o Rio no sentido de metrópole: muita gente, tudo rápido, concreto, metrô, carro, buzina. Só que claro, muito mais rica, com pessoas mais elegantes, menos poluído, diversidade incrível de guetos e culturas, com os principais eventos rolando em todos os cantos da cidade e sem praia. Hehehe Mas o sentido de Concrete Jungle é a mesma, aqui é difícil ver o céu ás vezes, tem que ir pro Central Park para poder respirar calmamente. 
Outra coisa que diferencia, e isso é muito bacana, é uma seriedade que mostra em um povo bastante individual uma sociedade que participa do bem comum. Não estou sabendo me expressar bem, mas as pessoas reconhecem como as coisas funcionam, respeitam isso e as instituições as respeitam também. Passa por aquele papo de que tudo começa na hora, se você está pagando por um serviço ele realmente acontece como deve acontecer, se você está no metrô quem vai entrar espera todo mundo sair, são coisas que as pessoas costumam dizer que são de 1º mundo e esculacham o Brasil por não fazer igual, mas o fato é que essas mesmas pessoas fazem isso quando vem aqui mas não fazem no próprio país, ou seja, ter essa noção todos tem, mas não tem amor por onde pertecem. Parece que esperam do governo a ordem: "Agora vamos todos esperar quem sai do vagão e depois entrar, se não respeitar, vai ser multado". Ai nego, talvez, cumpra, mas não é uma coisa natural. O que tentei dizer anteriormente é que aqui as pessoas tem esse senso de respeito, deveres e lei naturalmente imbutidos na sua forma de se organizar e que faz a sua vida fluir. Por exemplo: Se você tem médico ás 14 hrs, ele te atende as 14 hrs e ás 16 você pode ficar tranquilo porque sabe que vai conseguir chegar no cinema na hora da sessão. Não é igual na nossa mentalidade que paciente tem que ser p a c i e n t e e esperar mil anos a boa vontade de um médico te atender e perder seu dia inteiro em um consultório saindo ás 19 horas de lá sendo que você está pagando para isso, entende? Então é mais ou menos por ai. 

Central Park

Mudando totalmente de assunto, já fui em alguns lugares legais aqui. O próprio Central Park é muito bacana, confesso que conheci pouco porque é enorme e eu só fui em pontos estratégicos, mas o pouco que vi é massa! 
Os famosos Strawberry Fileds é um pedaçinho do Central que fui e, pra quem é fã dos Beatles como eu, fica a sensação de estar um pouquinho mais perto de John Lennon. Nessa parte do parque, em frente ao edifício Dakota onde ele morava, John foi assasinado em 1980 e o governo, como homenagem, colocou o nome de Strawberry Fileds (que vem da doce música http://www.youtube.com/watch?v=8A4r2RU1u3g). Depois encomendaram um mosaico com artistas italianos com a palavra da famosa música Imagine de Lennon:




Times Square é o centro do mundo! Com tantas luzes, cores, vídeos, formas!! Quando você está no meio dela e olha em volta te dá a sensação de que se o mundo acabar NYC vai estar lá, de pé, porque ela é imortal, infalível e se alguma providência acontecer, até divina, partirá de lá e não virá para cá. Depois que cheguei aqui imagino como os americanos devem ter ficado muito putos com o atentado as torres gêmeas, porque aqui, nada é maior e melhor que a cidade. Prepotências a parte, a noite, fica lindo vir e deixar os olhos brilhar em tantas cores..




Ai você me pergunta: Bom, se tu não é chegada nessas paradas, porque escolheu ir pra esse lugar? Eu respondo: Porque vou fazer curso de cinema e falar de cinema técnico é falar dos EUA e é falar NYC. Além disso, aqui tem um mooonte de museu pra eu me perder na velharia, adooro ehehe Já fui ao Metropolitan, mas muito rápido, foi uma experiência incrível!
A cidade é maneira cara, só que para curtir NY como realmente deve ser tem que ser milionário, de verdade. É uma estimulação a todo momento, mas tudo muito caro, nem o rico aqui se sustenta tanto, porque vai gastar muito no primeiro mês e depois no segundo vai estar bolado. Eu, com meus passinhos de formeega estou conseguindo fazer as paradas, mas tem que rebolar. Porém, minha sorte é que esse papo de compra não é muito comigo, então salvo uma grana mais fácil ;p
Já fui a outros lugares mais sinceramente estou com preguiça de escrever, tem muito mais coisa pra contar, porém,  enquanto isso, vou ali comer no fast-food e já volto RÁ!


sábado, 15 de janeiro de 2011

Julie and Julia

E quando você não sabe pintar, não tem o dom do desenho, da mágica, do violão, da costura... e ainda não tem o dom de ficar parado?
Depois que se tem liberdade e espaço para se fazer o que quer, é colocar 'Break on Through' do Doors na vitrola e sair acontecendo. Mas não tendo talentos, fica a procura do que fazer nesse espaço, então que tal cozinhar? É, isso mesmo, c o z i n h a r. Qual o dia você acordou e não teve que, alguma hora, se direcionar a comida?
E se ela for incrementada, colorida, saborosa, não se torna uma obra de arte mesmo que por pouco tempo?? ;p
Venho cozinhando bem mais, ainda não faço um javali, mas estou a descobrir um mundo de cheiros e texturas que não conhecia. Parece papo de deslumbrado, mas que nada, descobrir algo já é maneiro, imagina redescobrir o que você vê de um jeito há anos? ;)
Inspirada nessas paradas, lembrei de um filme, muito fofo: Julie e Julia. Lançado ano passado, conta a histórias de duas meigas e inteligentes mulheres em épocas diferentes. Julie, vivida 'fofamente' por Merly Streep, vive nos anos 40/50 e é casada com um diplomata. Viaja o mundo, cai na França, descobre uma paixão enorme por cozinhar e depois de muito aprender cozinha francesa em Paris, lança um livro.  Julia, interpretada pela meiga Amy Adams, vive no Queens, em Nova York, e trabalha como telefonista em uma central de serviço americana. Saturada da rotina começa a cozinhar todas as receitas escritas por Julie e faz um diário virtual no qual escreve toda sua experência. Aluguei hoje para rever, é literalmente massa!!
Julie e Julia foi um dos melhores que vi ano passado, não o coloquei na lista porque quis citar poucos, mas com certeza ele vale a pena ser visto!


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

i'mthe Only Girl in the World

Não sou muito chegada a hip hop, mas tenho que admitir: o último clip da Rihanna, Only Girl in the World, é sensacional! Flores, balões, rosas, fogos... Tudo com uma cor quente super trabalhada na edição, e ficou lindo! A música também é maneira, longe do rap repetitivo, tem uma batida e uma letra bem masssa!
Poderia ser ela em uma boate seduzindo um carinha na balada e cantando a música, como é a maioria desses clipes, mas não, é ela, somente ela, vivendo a Only Girl in the World no deserto. Aliás, acho ótimo que flores e peças românticas estejam em alta, já percebeu como tem meninas de florzinha nas ruas? Até marcas mais 'piriguete' mudaram o estilo por completo, como por exemplo a Myth, refez toda sua linha inspirada em meninas românticasdescoladas =) .

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

art.

Ano retrasado cursei uma matéria que falava sobre arte e estética. Genialmente conduzida, a aula da professora Rosângela Ainbinder, abria a mente de quem conseguia ver a mesma beleza e significado que ela mostrava em cada imagem.  Era uma espera ansiosa saber qual próximo quadro ou escultura iria ser analisado e acaba que você encontra mais sentido nas coisas á sua volta. Sabe quando você diz que  conhece uma 'pessoa de vista'? Então, com os quadros também era assim, os reconhecia, várias vezes via em algum lugar, mas nunca parei para conhecer. Com essas aulas, quadros ganharam um olhar totalmente diferente ao anterior, ganharam mais cor e muitos pintores e escultores foram deliciosamente sendo descobertos.
Junto a aula ela pedia a leitura do livro de José Thomaz Brum "O Pessimismo e suas Vontades - Nietczhe e Shopenhauer". Na verdade o texto é sua tese de doutorado em filosofia. Muito bem escrito  "(...) o autor convida Schopenhauer e Nietzsche a dialogarem, pondo em cena a visão pessimista que um esposa e a visão trágica que o outro abraça(...)". É verdade, e faz esse diálogo muito bem articulado, além disso, no terceiro capítulo, mostra a visão de ambos sobre a arte.
Shopenhauer acredita que ela é um copo d'agua, um óasis, uma via de libertação para fazer frente a eterna serventia da vontade em que o homem vive. Para Nietczhe, ela é um instrumento de celebração, uma via pela qual podemos festejar a vida em forma de arte. Qual dos dois está certo, não sei, sei que o texto segue e termina a primeira parte assim:

"O artista, ou mesmo o homemcapaz de comtemplação estética, se situa em um lugar mais elevado do que o homem ordinário, preso ás necessidades utilitárias"

Segue-se exatamente o negrito. Arte é saber que há muito mais, que há além, que há cor na vida.

Abaixo algumas obras analisadas nessas aulas.
Não vejo a hora de chegar no tão esperado Metropolitan \o/

Laocoonte







Anunciação e divinas comédias

São João Batista

Baco


A View of the Doge's Palace

After the Bath

John Singer Sargent