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sábado, 30 de julho de 2011

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

i'mthe Only Girl in the World

Não sou muito chegada a hip hop, mas tenho que admitir: o último clip da Rihanna, Only Girl in the World, é sensacional! Flores, balões, rosas, fogos... Tudo com uma cor quente super trabalhada na edição, e ficou lindo! A música também é maneira, longe do rap repetitivo, tem uma batida e uma letra bem masssa!
Poderia ser ela em uma boate seduzindo um carinha na balada e cantando a música, como é a maioria desses clipes, mas não, é ela, somente ela, vivendo a Only Girl in the World no deserto. Aliás, acho ótimo que flores e peças românticas estejam em alta, já percebeu como tem meninas de florzinha nas ruas? Até marcas mais 'piriguete' mudaram o estilo por completo, como por exemplo a Myth, refez toda sua linha inspirada em meninas românticasdescoladas =) .

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Somewhere with Coppola

     Sofia Coppola está em todas! Além de ter ganhado o Leão de Ouro no Festival de Veneza desse ano, posou para a capa da Revista Vogue L'Uomo e estréia seu longa vencedor do Festival, "Somewhere", aqui no Brasil.

      Comecei a prestar mais atenção nela depois de "Maria Antonieta", filme que muita gente criticou pelo roteiro "fraco", pois, esperavam a biografia da Rainha. O grande lance do filme é exatamente esse! Ela não se preocupou em contar toda história, da ascensão a queda de Marie Antoinette, Coppola focou em uma parte só, a adolescência, na qual ela se tornou Rainha. O filme é lindo! Não é por menos  ganhou o Oscar de Melhor Figurino em 2006, as roupas são muito fiés as daquela época, entre 1755 até 1800. As filmagens aconteceram no próprio Palácio de Versailles, na França, onde toda história foi verdade, um verdadeiro sonho alguns takes dentro dele...
     Um outro ponto forte do filme é a trilha sonora moderna que inclui The Strokes, Bow Wow Wow, The Cure, Radio Department encaixados perfeitamente no tempo em que se passa a verídica história, no século XVIII. Por exemplo Julio Casablancas que embala o amor de Condo Fersen e Marie Antoinette com sua voz arrastada em What Ever Happened "I wanna be forgotteeeeeeeennn, and I don't wanna be remindeeeeed....."

       Gostei dessa capa da Vogue L'Uomo, vale conferir também a outra, uma versão com Quentin Tarantino.

Kirsten Dunst e Sofia Coppola nas gravações de Maria Antonieta em 2006


                       What Ever Happeeeeend








                      Trailer "Somewhere"

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Life Soundtrack II

I wanna kiss you in Paris
I wanna hold your
hand in Rome
I wanna run
naked in a rainstorm Make love in a train cross-country
You
put this in me
So now what, so
now what?




Poor is the man whose pleasure depends 
on the permission of another

quarta-feira, 28 de julho de 2010

terça-feira, 13 de julho de 2010

Long life Rock n Roll \m/

       Como já disse em um outro post, não sou chegada muito a datas comemorativas, fora os aniversários, claro. Mas essas datas são boas desculpas para explicitar o gosto pessoal sem se impor, né?? E eu como uma rockeira de berço e alma, não poderia deixar passar em branco esse dia, o Dia Internacional do Rock \m/ !
       Eu não sei como e porque foi definido esse dia e, sinceramente, não estou com saco nem tempo de procurar. O fato é que vou deixar aqui dois de muuuuuitos momentos do rock que curto muito!

       Woodstock. Nossa, daria tudo para ter ido a esse festival, que época! Nem preciso entrar na questão do contexto que o envolvia, parto logo para as apresentações: Joe Cocker cantando "With a Little Help for my Friends", Sly & the Family Stone pedindo as letras da palavra L-O-V-E, a querida Janis, Ten Years After, Creedence, The Who... 
       Os que mais me marcaram foram as apresentações de Santana e de Grace Slick pelo Jefferson Airplane:

       SantanaSe liga na conexão entre os músicos, na vontade pulsante que eles estão de tocar, no efeito que cada corda, cada batida transborda na banda e no público! Quando vejo um show assim, que invejo ainda mais esses tempos!! Tempos em que a iluminação, fumaça, performances acrobáticas e lasers não eram o mais importante do show, e sim a música. Mas o mais bacana ainda dessa apresentação, se chama Michael Shrieve! Ele tinha apenas 20 anos quando tocou bateria nessa apresentação do Santana e ficou para sempre conhecido por isso: tanto por tocar muito bem, com solo bem massa, quanto pela vontade de tocar, pelo prazer, pelo tesão estampado no rosto de estar ali fazendo música!





       Jefferson Airplane - Com a diva, Grace Slick e músicos em plena sintonia com a galera, "White Rabitt" é tocada no amanhecer do dia 17 de agosto, penúltimo dia do Festival. A música, de letra  super psicodélica, fica linda na voz de Grace, com o sol batendo em seu rosto e toda aquele clima de paz e amor...




       E eu não poderia deixar de postar A banda né? The Doors! A "Waiting for the Sun" não tem clipe, mas achei essa edição no YouTube que ficou muito boa! O cara misturou shows com imagens do filme de Oliver Stone, pega ai:



       E para terminar, vou o clipe de uma banda mais recente, para não acharem que eu só curto dinossauros.. Cara tá difícil as de agora, estão todas nessa onda Emo ai, F#%@ viu... Então fica Audioslave. Não é tão novo assim, mas eu curto muito o som dos caras, tanto música quanto letra..



Long life Rock n Roll ! 



quarta-feira, 23 de junho de 2010

Saramago e o ensaio sobre A visão

       Quando abri um site de comunicação e vi que José Saramago havia morrido, senti um pouco daquela frase: "...e um pouco de mim morreu contigo". Ele não era meu parente, amigo, colega e muito menos amante, mas ás vezes algumas pessoas desempenham um papel na sua vida por meio da arte que as fazem tornar muito mais intímas de ti, bem mais do que aquele parente, amigo, colega, amante...
       Seu falecimento foi comentado no mundo inteiro e agora é a hora das editoras correrem para publicar e  vender ainda mais seus livros, pois sabemos o "know how" acerca do artista vivo e ele morto (melhor exemplo? Michal Jackson). Pela primeira vez, "que assim seja!", me passou no pensamento ao ver uma nota sobre essa corrida atrás do ouro. Que publiquem e republiquem, vendão e façam estoques e mais estoques nas livrarias, que chegue a maior quantidade de público o legado desse genial escritor.        
       No Twitter, adorei o tweet de um amigo meu comentando sobre a falta que ele vai fazer, não é um comentário muito 'polido' para o momento, mas não deixa de ter razão:


         Não me esqueço da emoção de Saramago ao ver pela primeira vez o filme de seu livro, "Ensaio Sobre Cegueria"(2008) dirigido por Fernando Meirelles. O diretor fica até sem jeito, e eu ficaria da mesma forma... Ter uma pessoa como José Saramago ao seu lado, emocionado, e aprovando aquilo que você produziu em cima da sua obra, não é para qualquer um...

Descanse em paz.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Trailers USA x Europa

        Há um bom tempo estou para fazer esse post, depois do filme que vi na última sexta, me deu mais vontade ainda de escrever.
        Fui ao cine ver "O Escritor Fantasma"(2010) o novo filme do Roman Polanski. A única coisa ruim é essa tradução (com o perdão da palavra) escrota que fizeram do nome original "Ghost Writer",  (ao pé da letra a tradução está certa, o problema é esse mesmo, está certa somente ao pé da letra!!) fora isso, o filme é muito bom. Roteiro, direção, elenco, edição, gostei bastante! Mas outro dia falo mais do filme, o que quero falar é sobre os trailers!
      Toda vez que fico sabendo de alguma estréia que me interesse, já corro para ver o trailer no Youtube, ás vezes, já vi no cinema, mas quero rever para entender mais. Ao  escrever o nome do fiilme obviamente aparece um monte de vídeos relacionados, e nesse monte vem os trailers,  principalmente a versão americana e a versão do país de origem (quando não os EUA) . Nesse caso, o novo de Polanski é produção França, Alemanha e UK, ou seja, europeu.
     É ai que eu fico sempre intrigada, existe uma diferença na narrativa do trailer americano para o europeu. A primeira vez que vi o trailer de 'Ghost Writer' foi a versão britânica, nela o filme fala por si só,  logo saquei que aquela não era a versão americana. O cinema americano tem uma mania irritante de fazer todos os seus trailers muito parecidos: as cenas mais marcantes (mesmo que  elas tenham o tempo de só um segundo no filme, principalmente se tiver sexo); 'diálogos' de uma frase só (e claro, A frase), aquela música que cresce no trailer, como se o filme fosse o melhor suspense já feito; aquelas frases de impacto nos caracteres e a opinião dos críticos, que ganha mais espaço que o próprio filme no trailer. Ah! Fora que sempre tem que ter algo temível, que vai acabar com a humanindade e só a C-I-A, sim, só ela, pode salvar o mundo. É claro que se for um drama que não envolva nada disso, a (OMG!) C-I-A não vai estar presente, mas com certeza uma palavra de super impacto que cause medo vai ser pronunciada.
        Ai você vira e me fala: mas é claro, afinal o trailer é um resumo do filme que tenta convencer o público de que o lançamento vale a pena ser visto. Sim, é isso mesmo! Mas porque não deixar o filme falar por si só? Por exemplo os trailers de Ghost Writer: 

Versão USA (a incorporação não era permitida)

Versão UK



        As duas versões são bem parecidas, mas há nitidamente uma diferença na narrativa entre os dois. Na primeira: elementos, cortes, frases, trilha sonora falam pelo filme; na segunda diálogos menos cortados permitem ao expectador ir desvendando por si só o tema central da trama. Recursos de edição também são utilizados, mas bem menos infatizados, o que importa é o filme.
          
      Outro ótimo exemplo é "A Última Amante"(2007) da diretora francesa Catherine Breillat. Lembro que fui vê-lo por acaso, estava passando e resolvi assitir. Gostei tanto que quando cheguei em casa a primeira coisa foi pesquisar mais sobre ele. Quando vi os trailers fiquei indignada! O trailer americano consegue pegar as cenas mais picantes (inclusive a de um beijo lésbico, que no filme é uma situação besta, trazido para o trailer como se fosse uma das cenas principais) e bombardiar de críticas  com palavras em caixa alta enquanto as imagens rolam ao fundo. Ora eu não querio saber quem falou o que, o que achou, como foi recebido, quero ver o filme ué!! Não precisa disso... no trailer francês, o filme fala por si só:

Versão EUA



Versão França


Sinceramente, fikadika para quando você for procurar um trailer no Youtube  ;)

sábado, 5 de junho de 2010

O sentimento explica

No final de tudo:
eu,
vc,
o amigo,
a caixa do supermercado,
a mãe, 
o atleta,
o traficante,
a professora,
o gay,
o playboy,
a massa,
o senador, 
o médico,
o nerd,
a sobrinha, 
o cineasta,
o falso moralista,
o engenheiro,
o agricultor,
o homofóbico,
a criança,
a invejosa,
o mundo,
querem a mesma coisa,
amor.
E pela falta dele que estamos assim.
Parece clichê, mas não é.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Truufaut e o cinema aos vinte anos

        Depois de ver Antoine Doinel correndo para o mar, é impossível esquecer François Truffaut. E se você viu esse filme pela primeira vez há alguns meses, ainda o está digerindo... Uns dias lembra, outros não...
        Circulando por ai achei uma matéria curtinha, mas muito bacana, no blog ionCine sobre os 55 anos de morte do Truffaut. Na verdade a matéria é original do Le Figaro, foi traduzida pelo New Yorker e depois pelo Ioncine. 
     Fiquei ainda mais admirada com esse cineasta: além da câmera apaixonada, tem paixão na opinião. Quando digo paixão não é aquela que arde, mas a é que constitui o indivíduo, uma paixão mais ligada a essência pessoal. Truffaut tem uma linguagem bastante não-verbal com sua direção e agora se mostra verbal também.

O vídeo está em francês, mas o começinho está aqui traduzido:

Quando o cinema foi inventado, ele interessava a pessoas jovens. Abel Gance, D.W. Griffith, essas pessoas tinham 18, 20 ou 22 anos quando começaram. Cecil B. DeMille era jovem quando começou a fazer filmes na California. Ai, provavelmente por causa da invenção do som, filmes ficaram caros, e eles decidiram que não podiam dar tanto dinheiro para homens jovens… eles não podiam confiar tanto dinheiro para ninguém com menos de 45 anos. Acho que foi por isso que o cinema virou tão solene. Essa era a única coisa que tínhamos em comum com os nossos artigos e campanhas na Cahiers du Cinéma – Dizer que poderiamos fazer filmes com 20 anos, como Raumond Radiguet que escreveu “Le Diable au Corps” com 16… Veja [Alain] Resnais, que faz coisas perfeitas, mas é uma pena que ele não começou antes. Eu tenho certeza que ao invés de começar com uma obra prima como “Hisroshima [Mon Amour]“, ele teria feito filmes menos perfeitos, mas extremamente passionais se ele tivesse começado aos 20 anos. Em um primeiro filme como Acossado, tem a força de um primeiro filme, mas também a força de um jovem realizador. Eu não acho que é possível realizar “Acossado” com 40 anos, é impossível.


Grande personne !

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Metropolitan Museum - NY

        Estou meio sumida, admito. Mas ás vezes os compromissos reais excedem, e a vida virtual fica um pouco parada. O jogo de palavras que é possível se fazer com "virtual" e "real" é infinito, cabe saber para qual se dá mais atenção, para qual está a maior dedicação, em qual você vive mais...
       É virtualmente que em um clique posso ver pelo Google Earth (essa ferramenta é sensacional!!) como é Bangcock, como está  La Paz, o interior da França! Agora, o programa também conta com o Youtube, ao navegar pelos lugares, se tiver o símbolo do site, pode contar que terá uma visão mais real ainda: um vídeo sobre o lugar. 
       Para quem adora tecnologia e a utiliza bastante em seu cotidiano, da forma como falo, aparenta ser uma pessoa deslumbrada com a internet e seus recursos, que só agora soube dessas coisas e acha tudo fantástico! Não, não é isso. A questão é que pode entrar e sair modernidades que eu vou continuar a achar no mínimo intrigante um papel ser copiado em Tóquio em um telefone e sair exatamente igual em um outro telefone aqui no Brasil. Eu admito, fax me dá medo! ahahaha É sério, é muito bolante (por mais que você saiba e entenda como acontece esse processo) pensar que um papel pode ser transmitido assim, nessa facilidade, de um continente para o outro!! Como assim??!! ehehe E olha que diante das novas tecnologias, o coitado já está super passado!
       O fato é que usando o Google Earth e jogando o nome Metropolitan Museum encontrei um vídeo massa sobre o museu! Um dos vídeos mais completos que já vi sobre um lugar repleto de arte, aonde andar por seus corredores é conseguir, uma vez na vida, viver o passado no presente. Não só lá, mas no geral, em todo museu, é isso que acontece: um contato com um mundo que não foi seu mas que significou muito em sua época, agora você olha como observador, mas aquilo, de alguma forma, ajudou a construir a sua história, ou não...
       O Metropolitan foi fundado em 1870 e hoje tem um acervo com mais de 2 milhões de peças, que vem de 8.000 a.C até o presente momento. Tudo é história e até mistério dentro de tantas  preciosidades, a parte egípicia e os quadros impressionistas chamam a atenção. Quadros de Monet, Van Gogh, Renoir, Pissarro, Goya, Vermeer, todos esses pintores em um lugar só!! Não vejo a hora também,  de percorrer o The Cloisters, uma parte do museu especializada em arte e arquitetura da Europa Medieval.  
       Até hoje o museu mais interessante que já conheci, foi sem sombra de dúvidas, o Vaticano. Um verdadeiro tesouro, administrado por verdadeiros caçadores de tesouros... Enfim, infelizmente o percorri muito rápido, com excursão não dá para se deliciar. Com certeza voltarei para ver cada peça como merece ser vista, e espero, que esse em NY, também seja um colírio para os olhos e cor para alma.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Cultne

        Recebi pelo e-mail do trabalho uma dica de um site bem legal, é o Cultne - Acervo Digital de Cultura Negra. A idéia do site é reunir o máximo de material digital sobre a cultura negra e os acontecimentos ao longa da história do negro no país.
Os vídeos estão disponibilizado para serem vistos e para pesquisas e edições que o usuário deseje fazer, pois você pode baixar o conteúdo do site livremente, sem ter futuros problemas com direitos autorais.

      Ainda não tive tempo de ver o site com calma, mas achei muito boa a idéia e fico feliz que coisas assim ganhe espaço no meio virtual. Outra boa idéia seria fazer um acervo indígena também, essa cultura tem rituais, valores, cores, músicas lindíssimas e também faz parte da nossa mistura.

        Fica o registro do figuraça Grande Otelo, no Centenário da Abolição:



          E por falar nessa figura, outro dia eu estava na faculdade e surgiu na conversa o outro figuraça do Mussum, nossa, como eu rachava o bico com esse cara, mesmo bem pequena!! auhauhaua Ele é o melhor!! Deu uma saudade e fui no youtube ver uns vídeos, esse é um dos mais conhecidos, mas eu me amarro nele! O cara é mto cara de pau, brother.. mto bom auhauhahua




     AHAHAHHA